Para tentar pressionar o governo Federal contra a aprovação da reforma da Previdência e também o governo do Estado a cumprir com o acordo feito em 2015, os professores da rede estadual de ensino paralisaram as atividades nesta quarta-feira (15).
As reivindicações abrangem a reforma da previdência e o descumprimento de um acordo assinado com o Estado em 2015. Mas no momento o foco principal será a reforma da previdência.
Haverá atos em várias regiões e cidades do país. O dia será marcado pela mobilização dos trabalhadores da educação, da rede pública e do setor privado, juntamente com todas as demais categorias, contra os ataques aos direitos previdenciários e trabalhistas.
O dia quinze foi escolhido, pois será o último dia para que os deputados apresentem emendas à proposta de reforma da Previdência. Até o momento, foram protocoladas 65 emendas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que propõe reformas ao sistema previdenciário. Entre outros pontos, o texto fixa a idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres, com contribuição mínima de 25 anos.
A maior parte das emendas tenta assegurar direitos previstos na legislação atual. Os itens que mais aparecem são a idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres, aposentadorias especiais, como a de professores e pessoas com deficiência, regras para concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), não acúmulo de aposentadorias e alteração na idade mínima para concessão da aposentadoria rural.
Em Bambuí os professores da escola João Batista de Carvalho farão uma manifestação às 08h e em uma caminhada de protesto se dirigirão até a Praça Coronel Torres, centro do município.
Fonte: TV Bambuí